Ransomware na América Latina em 2026 tem um líder claro: o Brasil. Portanto, com 99 ataques registrados no primeiro semestre do ano, o país responde por 36,3% de todos os incidentes de ransomware confirmados na região, segundo levantamento da Vision Cybersecurity. Além disso, o Brasil lidera a América Latina e permanece entre os 10 países mais atacados do mundo, reforçando o cenário de alta exposição das organizações nacionais às ameaças cibernéticas. Por isso, compreender esses dados — e o que eles significam na prática para empresas brasileiras — é o ponto de partida para qualquer estratégia de resposta a incidentes.

O que os dados de 2026 revelam sobre o ransomware no Brasil

Volume e liderança regional

O Brasil respondeu por 36,3% dos 273 ataques de ransomware identificados na América Latina durante o período analisado, mantendo uma liderança isolada na região. O segundo colocado da região fica bem atrás. Além disso, em fevereiro de 2026, o Brasil registrou uma média de 3.736 ataques cibernéticos por semana por organização, crescimento de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Portanto, não se trata de um crescimento marginal — é uma aceleração expressiva que reflete o aumento de sofisticação dos grupos criminosos e a expansão do modelo Ransomware-as-a-Service (RaaS). Por isso, empresas que ainda tratam segurança cibernética como assunto secundário estão na posição de maior risco no mercado global.

Setores mais atingidos

O setor de serviços corporativos foi o mais atingido em 2026, concentrando 27 vítimas, o equivalente a 27,3% dos ataques registrados. Em seguida aparecem saúde (7,1%) e indústria. Além disso, setores como indústria, manufatura, saúde e serviços empresariais continuam entre os mais afetados, principalmente devido à alta dependência operacional e aos impactos causados por paralisações de sistemas.

Nesse sentido, empresas de consultoria e escritórios de contabilidade são alvos especialmente atrativos. Por isso, além de armazenarem dados estratégicos próprios, elas frequentemente têm acesso aos sistemas de dezenas de clientes — um único ataque bem-sucedido multiplica o impacto.

Os grupos mais ativos no Brasil

Embora o grupo LockBit 5 continue liderando as ocorrências no Brasil, novos grupos vêm ampliando sua atuação, entre eles TheGentlemen, Incransom e CoinbaseCartel. Além disso, a operação conhecida como Vect 2.0 demonstra elevado nível de sofisticação técnica e capacidade de causar paralisações severas em ambientes corporativos.

O Vect 2.0 é especialmente preocupante porque o grupo opera sob o modelo conhecido como Ransomware-as-a-Service, no qual afiliados utilizam uma infraestrutura pronta para conduzir ataques. Por isso, o nível de sofisticação do atacante não depende mais do grupo líder — qualquer afiliado tem acesso às mesmas ferramentas avançadas.

Por que o Brasil é o principal alvo na América Latina

A preferência dos criminosos pelo mercado brasileiro está relacionada ao alto nível de digitalização das empresas e serviços essenciais, aliado a investimentos que nem sempre acompanham a evolução das ameaças. Portanto, a combinação de infraestrutura digitalizada com defesas desatualizadas cria um ambiente atrativo para operadores de ransomware. Além disso, a escala da economia brasileira é a maior da América Latina. Isso significa resgates potencialmente mais altos. Por isso, grupos que realizam pesquisa de vítima antes de atacar priorizam o mercado brasileiro.

O que esses dados significam para empresas brasileiras

A janela de ação está encolhendo

O uso crescente de inteligência artificial acelera etapas como acesso inicial, exploração de vulnerabilidades e movimentação dentro das redes corporativas, reduzindo o tempo de reação das organizações diante dos incidentes. Por isso, o tempo médio entre a intrusão inicial e o início da criptografia dos dados caiu significativamente em 2026. Além disso, os grupos mais sofisticados realizam o ataque de madrugada — quando as equipes de TI estão ausentes.

A recuperação forense é mais viável do que parece

A maioria dos grupos que atuam no Brasil em 2026 usa criptografia parcial nos arquivos grandes — VMDKs, bancos de dados MDF, backups .vbk — para ganhar velocidade. Portanto, 60% a 80% do conteúdo desses arquivos frequentemente permanece íntegro após o ataque. Além disso, famílias com falhas de implementação no algoritmo de criptografia permitem recuperação direta sem pagar resgate. Por isso, acionar especialistas em recuperação forense antes de qualquer decisão de pagamento é sempre a ação correta. Para recuperação de ransomware sem pagar resgate, a Crowdertech tem 95% de taxa de sucesso.

O custo de não estar preparado

Os ataques de ransomware avançam de forma acelerada no Brasil e deixaram de ser um problema restrito à área de tecnologia da informação — provocam impactos que extrapolam a segurança de dados e se consolidam como verdadeiros desastres corporativos. Portanto, planos de Disaster Recovery e protocolos de resposta a incidentes passaram de diferencial para requisito básico de operação. Além disso, a LGPD exige notificação à ANPD em casos de vazamento de dados pessoais — e a ausência de um plano de resposta agrava a exposição regulatória.

O que fazer se sua empresa for atacada agora

Primeiro, isole os sistemas afetados da rede sem desligar os servidores. Segundo, documente o estado exato — fotos das telas, logs de sistema disponíveis. Terceiro, acione a Crowdertech antes de qualquer outra decisão: (11) 99630-0675 (WhatsApp 24h) ou (11) 4863-3636 (fixo). O diagnóstico começa na primeira ligação. Para o protocolo completo de resposta, veja atendimento de emergência 24h em São Paulo.

Perguntas frequentes

O Brasil vai continuar liderando os ataques na América Latina? A tendência aponta que sim. A combinação de alta digitalização, defesas desatualizadas e escala econômica mantém o Brasil como alvo prioritário. Além disso, a expansão do modelo RaaS facilita que novos grupos entrem no mercado. Eles usam infraestrutura dos líderes como LockBit 5. Por isso, o volume de ataques tende a crescer.

Pequenas empresas também são alvo do ransomware em 2026? Sim, cada vez mais. O modelo RaaS permite que afiliados com baixa capacidade técnica conduzam ataques contra empresas menores. Por isso, o perfil da vítima não é mais restrito a grandes corporações.

Como saber se minha empresa foi comprometida antes do ataque de ransomware visível? Os grupos mais sofisticados ficam na rede semanas antes de executar o ataque — exfiltrando dados e mapeando a infraestrutura. Além disso, indicadores como lentidão incomum de rede, processos desconhecidos em servidores e alterações em configurações de segurança podem indicar presença ativa. Por isso, monitoramento contínuo e análise de logs são essenciais.

Conclusão

O Brasil lidera o ransomware na América Latina em 2026 com 99 ataques confirmados e 36,3% dos incidentes regionais. Portanto, a pergunta para empresas brasileiras não é mais “se” vão ser atacadas — é “quando” e “se estarão preparadas”. Além disso, a recuperação forense avançada da Crowdertech recupera dados criptografados em 95% dos casos sem pagar resgate. Em resumo, prepare o protocolo de resposta antes do ataque e saiba que especialistas estão disponíveis 24 horas. A Crowdertech atende desde a madrugada — (11) 99630-0675 · (11) 4863-3636.

Fontes: Vision Cybersecurity / ISH Tecnologia · Check Point Research · CERT.br · ANPD.