Não usamos nenhum RAID Constructor ou software de reconstrução de array de mercado. Nossa metodologia foi desenvolvida internamente ao longo de 16 anos e 50 mil casos — identificamos chunk size, disk order e rotação de paridade por análise direta dos dados, sem depender de ferramentas externas.
Todo trabalho é feito em imagens forenses individuais de cada disco. O array original nunca é modificado. Isso permite múltiplas tentativas com abordagens diferentes sem risco adicional — o oposto do que acontece quando uma controladora inicia um rebuild automático sobre discos degradados.
Em até 2 horas após o recebimento identificamos o nível do RAID, os parâmetros do array, quais discos estão legíveis, quais dados são recuperáveis e o percentual estimado. Sem custo e sem compromisso — o orçamento só é emitido após confirmação de viabilidade.
Você valida os dados antes de qualquer cobrança. Se não recuperarmos o que foi acordado, não cobramos. Esse modelo elimina o risco financeiro e garante alinhamento de interesses — só ganhamos quando você recupera seus dados.
Um array RAID (Redundant Array of Independent Disks) distribui e/ou replica dados entre múltiplos discos físicos para oferecer desempenho, capacidade ou tolerância a falhas. A recuperação de RAID é substancialmente mais complexa do que em discos individuais porque exige o conhecimento preciso de quatro parâmetros: ordem dos discos, chunk size (64KB a 512KB), rotação da paridade (RAID 5/6) e offset de início dos dados. Se qualquer parâmetro estiver incorreto, os dados extraídos ficam corrompidos mesmo com todos os discos íntegros.
Nossa metodologia parte de imagens forenses individuais de cada disco e determina todos os parâmetros por análise proprietária — sem depender da controladora original, que frequentemente é a causa da falha.
Blocos alternados entre discos. Máximo desempenho, zero tolerância. Usado em workstations criativas e cache SSD enterprise.
Dados espelhados em dois discos. Capacidade = 50%. Padrão em servidores críticos, controladores de domínio e BDs pequenos.
O RAID mais popular em ambiente corporativo. Combina striping com paridade XOR distribuída em rotação. Capacidade = N–1 discos. Tolera 1 falha — os dados do disco perdido são recalculados pela XOR dos demais. Risco crítico: durante o rebuild, qualquer erro de leitura adicional (URE) destrói o array — especialmente em HDDs de 4TB+ onde a probabilidade de URE durante um rebuild é estatisticamente alta.
Dois blocos de paridade por stripe — P via XOR e Q via Galois Field GF(2⁸). Tolera 2 falhas simultâneas. Padrão em storage enterprise com HDDs de alta capacidade (Dell EMC Unity, NetApp FAS, HPE MSA) onde um rebuild de RAID 5 poderia levar dias, tornando a segunda falha provável estatisticamente.
Combina espelhamento (RAID 1) com striping (RAID 0). Pares de discos são espelhados e depois os pares são dispostos em stripe. Tolera a perda de um disco por par — e até N/2 discos em cenários favoráveis. Padrão em SQL Server e Oracle de alta transação onde desempenho de escrita aleatória é crítico.
Stripe de múltiplos grupos RAID 5. Cada grupo tolera 1 falha. Usado em Synology, QNAP e Dell PowerVault com 6–12 discos.
Stripe de grupos RAID 6. 2 falhas por grupo. Padrão em NetApp FAS, Dell EMC Unity e HPE MSA com 8+ discos para volumes de alto valor.
ZFS com stripes de largura variável, sem write hole. TrueNAS, FreeNAS, QNAP QuTS hero, Oracle Solaris. Tolerância de 1, 2 ou 3 falhas.
A Crowdertech não utiliza nenhum RAID Constructor, RAID rebuilder ou software de reconstrução de array de mercado. Toda a metodologia foi desenvolvida internamente, baseada em análise direta das estruturas de dados de cada fabricante e protocolo de armazenamento.
Diagnóstico gratuito em até 2 horas. Cobrança somente com resultado confirmado. Sem reconstrução do array original.
PowerEdge R230–R760, T430/T630 · PERC H330, H730, H740P, H745, H755, H830 · PowerVault MD1000/MD3000/ME5 · Dell EMC Unity XT, PowerStore, VMAX
DL20/DL180/DL360/DL380/DL560/DL580 Gen9/Gen10/Gen10+ · Smart Array P408i, P816i, P840, E208i · MSA 1050/2050/2060 · Nimble Storage, Primera/3PAR
ThinkSystem SR250–SR670 · IBM DS8900F, FlashSystem 9200 · Supermicro SuperServer com MegaRAID 9361/9380/9460 · Fujitsu PRIMERGY RX/TX · Oracle SPARC T8 com ZFS
QNAP TS-464/TS-873A/TVS-872X (QTS+QuTS ZFS) · Synology DS923+/DS1822+/RS1221+ (SHR/SHR-2) · NetApp FAS2750/AFF A200 (RAID-DP/RAID-TEC) · Drobo 5N/8D (BeyondRAID) · Buffalo, LaCie, WD MyCloud
| Controladora | Modelos | Config nos discos |
|---|---|---|
| LSI/Broadcom MegaRAID | 9260/9361/9380/9460/9560 | ✓ DDF config |
| Adaptec / Microsemi | 2405/5405/6405/7805/8885 | ✓ Metadata setores |
| Linux mdadm | Software RAID kernel | ✓ Superblock md |
| Intel VROC | VROC Standard/Premium NVMe | ✓ Intel Matrix |
| Windows Storage Spaces | Server 2012–2022 | ✓ VHD metadata |
Discos do mesmo lote envelhecem juntos. Em RAID 5, a segunda falha durante o rebuild destrói o array. HDDs SATA de 3+ anos têm risco elevado de double-failure durante reconstrução.
Controladora queimada perde a config na NVRAM. Substituir sem restaurar a config reconstrói com parâmetros errados — destruindo os dados mesmo com todos os discos físicos íntegros.
Rebuild no disco errado, hot spare incompatível, erased config ou interrupção por nova falha. Cada cenário deixa o array em estado diferente que exige diagnóstico específico.
Array íntegro mas NTFS, ext4, VMFS ou XFS corrompido — queda de energia durante escrita, journal inconsistente, bit rot em HDDs antigos sem ECC de memória.
Partição deletada no storage manager, formatação sobre o array ou RAID reinicializado sem backup. Os dados físicos permanecem — reconstruímos o filesystem por análise de blocos.
Array íntegro mas dados criptografados. Tratamos o cenário combinado: integridade do RAID primeiro, depois nossas técnicas proprietárias de carving e análise hexadecimal para recuperação.
Sim, em muitos casos. Com 2 falhas em RAID 5 (tolerância de 1), a paridade não reconstrói os dados ausentes — mas os stripes que não dependem dos discos perdidos estão completos nos remanescentes. Em RAID 5 com 5 discos e 2 falhos, tipicamente 60–80% são recuperáveis dos stripes intactos. Analisamos o padrão de alocação para priorizar os arquivos mais críticos.
Não é necessário. A maioria das controladoras armazena os parâmetros nos próprios discos. Para as que não fazem isso, determinamos chunk size, disk order e offset por análise proprietária dos padrões de dados — assinaturas de filesystem, continuidade de inodes e posição de boot sector. Mais de 95% dos casos são resolvidos sem a controladora original.
Sim — e frequentemente é a abordagem mais segura. Os dados em Synology (ext4/Btrfs + mdadm) e QNAP (ext4/ZFS + mdadm) estão nos discos, não no hardware do NAS. Removemos os discos, imageamos individualmente e reconstruímos o array virtualmente sem o NAS. Fundamental: fotografe a ordem exata dos discos nos bays antes de remover — ela é essencial para a reconstrução.
Sim, imediatamente. Um RAID 5 degradado (1 disco falhado) não tem proteção nenhuma — qualquer setor defeituoso em qualquer disco remanescente destrói os dados. O stress de leitura intensiva de um rebuild em HDDs já desgastados aumenta significativamente a probabilidade de segunda falha. Contate-nos antes de iniciar qualquer rebuild manual.
No RAID hardware, os parâmetros ficam na NVRAM da controladora E em estruturas nos discos. No RAID software (mdadm, Storage Spaces, ZFS), ficam exclusivamente nos discos. Para recuperação, o RAID software é frequentemente mais previsível — metadados padronizados e bem documentados, diferentes dos formatos proprietários de cada fabricante de controladora.
Sim, parcialmente. Em RAID 0, cada arquivo está distribuído em chunks alternados entre os discos — com 1 disco perdido, metade de cada chunk está ausente. Porém: arquivos menores que o chunk size (tipicamente 64KB) podem estar inteiramente em um único disco e são 100% recuperáveis. Estruturas do filesystem como MFT e diretórios também são frequentemente recuperáveis, permitindo identificar o que havia no RAID mesmo sem recuperar todos os arquivos.
O ZFS RAIDZ usa stripes de largura variável — cada stripe tem exatamente o tamanho do dado, sem padding. Isso elimina o RAID 5 write hole mas torna a recuperação mais complexa: a estrutura não é regular. Recuperamos RAIDZ por análise dos block pointers do ZFS (DVAs — Device Virtual Addresses), identificando stripes individuais e reconstruindo os dados sem a estrutura RAIDZ original. Atendemos TrueNAS, FreeNAS, QNAP QuTS hero e Solaris ZFS.
Sim. Atendemos RAID em SSDs SATA, SSDs NVMe (Intel VROC, AMD RAID, mdadm em NVMe) e SSDs SAS. SSDs têm particularidades de recuperação — o comportamento do garbage collector pode ter sobrescrito setores que em HDD permaneceriam disponíveis. A análise forense de SSDs exige técnicas específicas de bloqueio de escrita e leitura direta de chips NAND em casos extremos.
Para o diagnóstico inicial, conceda acesso SSH ao servidor ou NAS — nossa equipe lê os logs e metadados sem modificar nada. Para a recuperação em si, as imagens forenses dos discos precisam ser transferidas para nosso laboratório (via SFTP seguro, HD externo enviado pelos Correios ou atendimento presencial). O laudo final é entregue remotamente com os dados em mídia segura ou via nuvem privada.
O diagnóstico é entregue em até 2 horas. A recuperação em si depende do volume e complexidade: RAID 1 com 2TB leva 4–8 horas. RAID 5 com 10TB e 1 disco falhado leva 2–4 dias. RAID 6 com 50TB e 3 discos com problemas pode levar 7–14 dias. Para casos urgentes com SLA de 24 horas, disponibilizamos equipe dedicada com custo adicional de urgência.
Diagnóstico gratuito em até 2 horas. Cobrança somente com resultado confirmado. Não tome decisões sem antes falar com um especialista.
Diagnóstico gratuito. Resposta em até 2 horas. Cobrança somente com resultado confirmado. Não tome decisões sem antes falar com um especialista.